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Os 7 pecados financeiros que as empresas cometem

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Os sete pecados capitais são bastante conhecidos em diversas culturas mundiais, e alguns até arriscam a acreditar que são verdadeiros e todas as pessoas estão propensas a tê-los, caso não haja o cuidado necessário.

Em se tratando do mundo financeiro, não é diferente. Podemos avaliar diferentes perfis de empreendedores apresentando diferentes tipos de comportamentos quanto ao seu caixa.

Quer saber como? Então, leia o post até o final e confira os 7 pecados financeiros que as empresas cometem.

 

1. Gula

 

Levando o pecado da gula para o ambiente financeiro, estamos nos referindo a forma em que gastamos o dinheiro do nosso caixa, sem avaliar se a quantidade de entradas pode suprir a ausência da verba retirada.

Em outras palavras, a empresa gasta dinheiro sem se preocupar com a quantidade de verbas que entram no caixa.

O empreendedor com esse perfil visa apenas a necessidade de comprar, sem ponderar as consequências e os riscos que o seu financeiro poderá ter com todo o excesso de gastos sem um prévio estudo.

 

2. Avareza

 

No quesito financeiro, podemos conceituar a avareza com o fato de que muitos empreendedores possuem total apego pelo dinheiro.

Nesse processo, é notável a dificuldade de investir em novas tecnologias, atividades e processos que farão o negócio ser ainda mais competitivo no mercado.

Além disso, empresas com um “espírito avarento” tendem a procrastinar compras e só gastam o estritamente necessário, arriscando pouco ou nada em processos inovadores.

Para evitar que esse tipo de comportamento tome parte de suas rotinas empresariais, busque entender que as mudanças estão ocorrendo de forma rápida, e muitas empresas do seu segmento estão acompanhando essas tendências e aplicando-as em suas atividades.

Otimize seus processos investindo em tecnologia e recursos que só trarão valor a sua empresa.

 

3. Luxúria

 

Na luxúria, podemos observar empreendedores acumulando e ostentando produtos caros e estruturas físicas atraentes. Quem é influenciado pela luxúria geralmente trabalha para manter status de riqueza, sem contar que, em razão da ostentação exacerbada, os gastos com luxo podem superar as entradas do caixa, o que tornará o caminho cada vez mais perigoso.

Sabemos que contemplar os frutos de nosso trabalho é muito importante, uma vez que são incentivos a mais para que possamos continuar a empreender.

Contudo, de nada adianta ter todo o tipo de luxo, sendo que o financeiro sempre oscila para o vermelho.

Busque produtos que estejam de acordo com seu perfil e suas necessidades. Fazendo isso, você saberá usufruir do melhor e de forma que não comprometa o seu fluxo de caixa.

 

4. Ira

 

Aqui podemos ressaltar alguns gatilhos mentais que modelam a forma em que um determinado gestor administra o dinheiro.

Por ser conhecida como um sentimento negativo, a ira pode tornar empreendedores escravos de dinheiro, fazendo com os mesmos trabalhem duro para se justificarem internamente, ou para “tampar” necessidades pessoais corrompidas que podem ser amenizadas com o gasto de dinheiro.

Isso poderá levar o empreendedor a agir por impulso e fazer com que o financeiro sempre esteja em risco por projetos mal elaborados. É preciso lembrar, antes de qualquer ação, que a gestão do seu financeiro é extremamente importante e o seu caixa precisa ser bem cuidado.

 

5. Inveja

 

Esse pecado se manifesta sorrateiramente quando um empreendedor observa outros donos de negócios adquirindo certos tipos de produtos, atividades e setores em que ele ainda não possui.

Pela inveja de momento, ele poderá ser levado pelo impulso de adquirir tais necessidades momentâneas, e que não batem com o seu financeiro atual.

Dessa forma, a falta de planejamento prévio e gestão financeira poderá arruinar o seu capital de giro, uma vez que o seu próprio negócio já demanda estruturas, setores e atividades que geram gastos e custos fixos.

Nesses casos, faz-se necessário agir pela razão, e não pela emoção. Valorizar o seu negócio, acima de tudo, fará o empreendedor qualificar os serviços e opte pela aquisição de novos projetos sem afetar o caixa e com planejamento estratégico eficiente.

Leia: Investimentos para pequenas empresas

6. Preguiça

 

Aqui, podemos notar claramente a tendência de empreendedores a perder dinheiro do que propriamente ganhar.

Isso acontece quando não há uma administração eficiente do caixa e ocorre uma falta de interesse em examinar processos internos referentes às áreas de produção.

Se não houver inovações constantes na empresa, haverá poucas chances de o seu financeiro aumentar.

Busque conhecer novas tendências de mercado, otimize processos, especialize-se e realize uma gestão financeira de forma sustentável.

Leia:O que fazer se eu falir nesse momento?

7. Vaidade ou Orgulho

 

Pessoas com esse perfil adoram contar seus rendimentos financeiros para terceiros. Nesse caso, é possível que essas pessoas estimulem o empreendedor a gastar cada vez mais, tornando a administração financeira pouco importante.

Portanto, é preciso lembrar que, além de nossos rendimentos serem destinados a uso pessoal, também precisamos lembrar que a verba, em sua maioria, é direcionada para a própria empresa, a fim de dar continuidade às atividades do negócio.

E aí, gostou das dicas? Agora que você já conhece os 7 pecados financeiros, que tal ampliar o seu conhecimento sobre o assunto? Acesse agora mesmo o nosso blog e confira outras dicas importantes para o seu financeiro.

25 comentários sobre “Os 7 pecados financeiros que as empresas cometem

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